E aí, turma do Mato Grosso! A quarta-feira começa com um resultado que é o verdadeiro “padrão ouro” para quem busca a máxima valorização da fêmea jovem no gancho direto de Querência! O pecuarista Gilmar Domingos Pascoal deu uma aula de seleção e eficiência nutricional na Fazenda São Cristóvão, apresentando uma novilhada Angus que parou a linha de abate em Barra do Garças. Unindo o peso de um boi com a juventude e a maciez de uma novilha “bebê”, ele garantiu o passaporte carimbado para o topo das premiações.
Assista ao vídeo abaixo e confira os detalhes!
O gado mereceu destaque absoluto no Giro pelo Brasil desta quarta-feira, 20 de maio de 2026. O quadro do Giro do Boi apresenta quem faz da engorda intensiva uma ciência de resultados, e a produção vinda do Nordeste mato-grossense reforçou a força da carne premium nesta manhã.
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Desempenho de elite no Protocolo 1953

A estratégia do Sr. Gilmar Pascoal foca no confinamento de fêmeas Aberdeen Angus de alto potencial genético. Ao apostar em uma dieta de alta energia no confinamento, a propriedade conseguiu acelerar a deposição de gordura e o ganho de massa muscular, permitindo o abate de animais extremamente pesados que ainda mantêm a maturidade 100% zero dentes (dentes de leite). Esse rigor garantiu o enquadramento total no Protocolo 1953, programa da JBS que bonifica carcaças de padrão gourmet.
Quem apresentou os números e elogiou a padronização espetacular do lote foi o originador da unidade da Friboi de Barra do Garças (MT), Woshington Costa. Ele detalhou o desempenho:
- Peso médio de carcaça: 279 kg (18,6 arrobas).
- Maturidade: lote 100% zero dentes (fêmeas dentes de leite).
- Raça: Aberdeen Angus.
- Sistema de terminação: confinamento total.
- Certificação: aprovadas com louvor no Protocolo 1953.
Entregar novilhas de 18,6 arrobas ainda dentes de leite é uma façanha zootécnica fantástica. Para o frigorífico, esse lote representa o ápice da qualidade industrial: carcaças pesadas que otimizam o rendimento da linha de desossa, com a cobertura de gordura e o marmoreio necessários para proteger a carne no resfriamento e garantir uma experiência gastronômica superior ao consumidor final.
O trabalho na Fazenda São Cristóvão mostra que a região de Querência domina as técnicas de intensificação. Produzir um animal jovem desse porte exige um manejo sem falhas desde a desmama, e o Sr. Gilmar provou que o investimento em genética britânica e trato no cocho se paga com sobra na hora do acerto final.
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