O Pantanal consolidou em 2025 um crescimento de 12% no abate de gado orgânico e sustentável, evidenciando que o mercado premia quem investe em gestão e responsabilidade ambiental.
Segundo a Associação Pantaneira de Pecuária Orgânica e Sustentável (ABPO), o grande destaque do último ano foi a renovação do rebanho. O protocolo não apenas aumentou o volume, mas melhorou a qualidade da carne que sai do bioma, entregando animais cada vez mais jovens e eficientes.
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A revolução da precocidade
A sustentabilidade no Pantanal é medida pelo tempo que o boi permanece no pasto. Quanto mais cedo ele atinge o peso de abate, menor é a emissão de gases e maior a eficiência da fazenda.
O abate de animais jovens (de zero a quatro dentes) cresceu 16% em 2025, o que já representa mais de 76% do total de machos abatidos no programa. Por outro lado, houve uma queda expressiva no abate de animais velhos, consolidando o Pantanal como um produtor de carne precoce.
Números que impressionam
O volume total de abates dentro do protocolo saltou de 186 mil cabeças em 2024 para 205 mil bovinos em 2025, um aumento de 10,6%. Esse movimento gerou um impacto financeiro direto no bolso do produtor, com mais de R$ 24 milhões pagos em bônus aos pecuaristas.
Na modalidade orgânica, o prêmio médio foi de R$ 185,00 por animal, enquanto na modalidade sustentável, o prêmio médio de R$ 137,00 por cabeça.
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