O Ministério da Agricultura e Pecuária confirmou a presença de Amaranthus palmeri, conhecido como caruru-palmeri ou caruru-gigante, no estado de São Paulo. O foco foi identificado na regional de São José do Rio Preto.
A espécie é classificada como praga quarentenária presente no Brasil. Até então, havia registros em propriedades de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
O primeiro registro no país ocorreu em 2015, em Mato Grosso, onde a planta está presente em oito municípios. Em Mato Grosso do Sul, o foco está restrito a dois municípios.
Medidas adotadas
A propriedade onde houve a detecção foi interditada. Está proibida a saída de material vegetal da espécie, restos culturais, resíduos de limpeza, produtos vegetais e solo.
A colheita da soja no talhão afetado dependerá da eliminação de todas as plantas de Amaranthus spp., conforme procedimento a ser definido pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária de São Paulo.
Também foram iniciados levantamentos para delimitar a área atingida.
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Impacto nas lavouras
O caruru-palmeri apresenta resistência a herbicidas com diferentes mecanismos de ação e capacidade de adaptação a diversos ambientes. A planta pode reduzir a produtividade das lavouras.
A dispersão ocorre por maquinários, implementos agrícolas e mistura com outras sementes.
A Portaria SDA/Mapa nº 1.119 instituiu o Programa Nacional de Prevenção e Controle da praga e estabeleceu medidas para prevenção, detecção, delimitação e controle.
Segundo o ministério, as ações visam proteger a sanidade vegetal e a produção agropecuária, além de garantir o cumprimento da legislação fitossanitária.
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