E aí, turma de Rondônia e de todo o Brasil! A quarta-feira traz uma daquelas histórias que enchem o coração de orgulho e provam que tamanho não é documento quando o assunto é competência e paixão pela pecuária! O originador Matheus Roz abriu as porteiras, ao vivo, do Sítio Acapulco, em Espigão D’Oeste (RO). Lá, o pioneiro Seu Adauto, junto com a esposa Dona Enalva e os filhos Marcelo e Bruno, dão uma verdadeira aula de como transformar 35 hectares em uma fábrica de Boi China. É a pecuária raiz, movida a suor, conhecimento técnico e união familiar!
Assista ao vídeo abaixo e confira os detalhes!
O gado mereceu destaque absoluto no Giro pelo Brasil desta quarta-feira, 20 de maio de 2026. O quadro do Giro do Boi cruzou o país com uma transmissão emocionante, mostrando que o capricho no cocho gera renda, fixa o homem no campo e serve de inspiração para milhares de internautas de norte a sul do país.
O Sítio Acapulco quebra o mito de que para ser eficiente na engorda intensiva é preciso ter latifúndios. A propriedade trabalha com um sistema de ciclo completo muito bem desenhado: a cria ocorre nos 35 hectares da sede, que conta com 16 piquetes de capim Mombaça rotacionados; a recria é feita em uma área vizinha com pasto proteinado; e os animais retornam para a terminação no confinamento do sítio.
Quem acompanhou de perto essa estrutura e o embarque dos animais foi o originador da unidade da Friboi de Rolim de Moura (RO), Matheus Roz. Ele destacou os pilares do sucesso da propriedade:
- Área restrita: apenas 35 hectares.
- Lotação invejável: média de 72 a 75 cabeças de gado na área (superior a 2 UA/ha).
- Diversificação: propriedade familiar que tira um pouco de leite e planta o próprio milho para silagem.
Acompanhe todas as atualizações do site do Giro do Boi! Clique aqui e siga o Giro do Boi pela plataforma Google News. Ela te avisa quando tiver um conteúdo novo no portal. Acesse lá e fique sempre atualizado sobre tudo que você precisa saber sobre pecuária de corte!
Logística “no braço” e bem-estar animal
A lida diária fica por conta dos irmãos Marcelo (técnico em zootecnia) e Bruno (técnico em agronegócios). Sem vagão forrageiro, o trato é feito no braço: a silagem sai do silo trincheira direto para a carriola (carrinho de mão). No cocho, eles jogam o concentrado por cima e fazem a mistura manual.
Os animais recebem uma dieta robusta de 27 kg de silagem de milho e 6 kg de ração concentrada seca no modelo de cocho cheio. Essa proximidade diária gera uma mansidão extrema no rebanho — os rapazes conseguem passar a mão nos bois enquanto eles comem —, um indicador fantástico de bem-estar animal que elimina o estresse e melhora o rendimento de carne.
Desafio climático e o “Boizão China”
A transmissão ao vivo mostrou o rigor do inverno amazônico. As fortes chuvas deixaram o piso do confinamento com bastante lama, cobrindo metade das canelas dos animais. Mesmo com o barro pesado desafiando a locomoção, a rotina de trato da família Nascimento não atrasa um minuto. E o resultado de tanto empenho está no curral: um lote de garrotes jovens, pesados e bem acabados com padrão Boi China, prontos para o gancho da Friboi de Pimenta Bueno (RO).
O Sítio Acapulco prova que o sucesso na pecuária moderna é medido pela determinação e pela aplicação do conhecimento técnico. Marcelo, Bruno e Seu Adauto dão um show de dignidade. Enquanto planejam os próximos passos — como a compra de um touro provado para o repasse e um pequeno vagão forrageiro para aposentar a carriola —, eles colhem o reconhecimento de pecuaristas de todo o Brasil e até do Paraguai que se emocionaram com a reportagem!
News Giro do Boi no Zap!
Quer receber o que foi destaque no Giro do Boi direto no seu WhatsApp? Clique aqui e entre na comunidade News do Giro do Boi 2.


