E aí, turma de Rondônia! A quarta-feira começa com um exemplo de que o “beabá” bem feito — comida boa, água limpa e genética de ponta — é a receita infalível para o sucesso direto de Machadinho D’Oeste!
Os pecuaristas Camila Castilho e Marcelo Correia deram um show de competência no Sítio Diamante, provando que o estado é terra fértil para o cruzamento industrial de alto valor agregado. Unindo a rusticidade do Nelore com a precocidade do Angus, o resultado é um gado que “salta aos olhos” no curral!
Assista ao vídeo abaixo e confira os detalhes!
O gado mereceu destaque no Giro pelo Brasil desta quarta-feira, 13 de maio de 2026. O quadro do Giro do Boi apresenta quem faz da engorda a pasto uma ciência de precisão, e a produção vinda do Vale do Jamari reforçou a força da pecuária rondoniense nesta manhã.

O segredo do Marcelo e da Camila está na base: uma pastagem diversificada e muito bem cuidada. O gado tem à disposição uma “salada” nutritiva de Panicum e Marandu, o que garante energia e fibra de qualidade. Para turbinar o ganho de peso, eles utilizam suplementação com proteico energético e ração, garantindo que o animal não pare de crescer nem por um dia.
Outro ponto elogiado foi a estrutura das bacias hídricas, com acesso fácil e água limpa, fator determinante para o bem-estar animal e para a conversão alimentar.

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Quem apresentou os detalhes e elogiou o capricho do lote foi o originador e técnico em agronegócio da unidade da Friboi de Ariquemes (RO), Ezequias Freitas. Ele destacou o embarque dos 72 animais:
- Perfil: lote misto de Nelore e cruzamento industrial (Angus).
- Manejo: engorda exclusivamente a pasto com suplementação intensiva.
- Destino: unidade da JBS em São Miguel do Guaporé (RO).
- Destaque: estrutura de carcaça e acabamento de gordura espetaculares.

Entregar animais de cruzamento industrial bem acabados a pasto em Rondônia mostra que o estado está pronto para os maiores desafios do mercado de carne premium. Para o frigorífico, o lote do Marcelo Correia é o ideal: animais que entregam rendimento e qualidade de gordura, fruto de uma parceria sólida baseada em resultados.
A diversificação das pastagens (Panicum e Marandu) não só melhora a dieta do gado, mas também garante uma maior resiliência do sistema de produção ao longo do ano. Quando se soma isso a uma genética de choque como a do Angus, o desfrute da fazenda vai para outro patamar.
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