Boiada confinada 100% jovem ultrapassa 21 arrobas em Minas Gerais; veja detalhes

Foto: Divulgação.

E aí, turma de Minas Gerais! A sexta-feira fecha com chave de ouro e um resultado que é o verdadeiro “padrão exportação” direto de Tupaciguara! O grupo Agroporto Agricultura e Pecuária deu um show de eficiência em Ituiutaba, apresentando uma boiada que uniu o peso de um “boi erado” com a juventude de um bezerro. Imagine colocar mais de 21 arrobas na carcaça de animais que mal trocaram os dentes? Pois foi essa a qualidade que passou pelo gancho nesta manhã!

Assista ao vídeo abaixo e confira os detalhes!

O gado mereceu destaque no Giro pelo Brasil desta sexta-feira, 3 de abril de 2026. O quadro do Giro do Boi encerra a semana apresentando quem investe em tecnologia para encurtar o ciclo produtivo, e a produção vinda da Fazenda São José do Paranaíba reforçou a força da pecuária mineira nesta manhã.

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A Fazenda São José do Paranaíba, em Tupaciguara (MG), utiliza o sistema de confinamento total para garantir que o gado expresse todo o seu potencial genético no menor tempo possível. O foco do grupo Agroporto é a padronização: animais com a mesma idade, o mesmo peso e o mesmo acabamento de gordura, o que facilita o manejo e garante a máxima rentabilidade.

Quem apresentou os números e atestou o padrão excepcional das carcaças foi o gerente da unidade da Friboi de Ituiutaba (MG), Roberto Ribeiro Moreira Filho. Ele detalhou o desempenho do lote de 80 bois:

  • Peso médio de carcaça: 323 kg (21,5 arrobas).
  • Maturidade: lote 100% jovem, variando de zero a quatro dentes.
  • Sistema de terminação: boiada toda confinada, garantindo o acabamento de gordura ideal.
  • Destaque: uniformidade das carcaças e alto rendimento de abate.

A eficiência do boi de 21 arrobas jovem

Abater bois com 21,5 arrobas ainda jovens é o auge da eficiência biológica. Para o pecuarista, isso significa um giro de capital muito mais rápido; para o frigorífico, representa uma carne de qualidade superior, com gordura bem distribuída que protege a peça durante o resfriamento.

O trabalho do grupo Agroporto mostra que Tupaciguara está na vanguarda da produção de proteína vermelha. Entregar esse peso em animais tão novos é o resultado de uma genética de ponta aliada a uma nutrição de precisão no cocho.

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