E aí, turma do Mato Grosso do Sul! A notícia de hoje vem lá de Rio Negro para mostrar que o Pantanal não é só tradição, é tecnologia de ponta no cocho! Uma boiada pantaneira deu um verdadeiro show de faturamento em Anastácio, atingindo a marca pesada de 21,6 arrobas. O grande destaque foi o “cheque extra” que o produtor levou para casa por preservar o bioma e investir em precocidade!
Assista ao vídeo abaixo e confira os detalhes!
O gado mereceu destaque no Giro pelo Brasil desta terça-feira, 3 de março de 2026. O quadro do Giro do Boi apresenta o exemplo de como a pecuária moderna consegue unir produção de larga escala com a preservação ambiental, gerando valor direto no bolso do pecuarista.
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Esse exemplo de sucesso veio do pecuarista Stefano Perondi, da Fazenda Abrigo, localizada no município de Rio Negro (MS). Os animais, todos “crioulos” (nascidos e criados na própria fazenda), passaram pelo sistema de TIP (Terminação Intensiva a Pasto), o que garantiu o peso de boi de confinamento com a agilidade do trato no campo.

Quem apresentou os números e o excelente resultado financeiro foi o gerente da unidade da Friboi de Anastácio (MS), Rhalt Ery Gonçalves Nunes. Ele detalhou o desempenho do lote:
- Peso médio de carcaça: 325 kg (21,6 arrobas).
- Origem: boiada Crioula (100% da fazenda).
- Sistema de terminação: finalização na TIP.
- Faturamento extra (ABPO): pelo programa de Carne Sustentável do Pantanal, o lote garantiu um bônus total de R$ 47.123,68.
- Impacto na arroba: um adicional impressionante de R$ 7,20 por arroba (ou R$ 157,08 a mais por animal).
O resultado da Fazenda Abrigo é um modelo para a região. Além de produzir animais pesados e bem acabados através da TIP, Stefano Perondi aproveita as bonificações da ABPO (Associação Pantaneira de Pecuária de Corte), que valoriza a produção sustentável no bioma. É a prova de que o boi pantaneiro, quando bem suplementado, entrega desempenho de elite e máxima rentabilidade.
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